Vitela da Extremadura
Raças estremenhas
Os bovinos da IGP Ternera de Extremadura são criados no montado estremenho e a indicação abrange todos os distritos da Comunidade Autómoma.
As raças estremenhas que se alimentam nos nossos montados e estão abrangidos pela IGP são a Retinta, Avileña-Negra Ibérica, Morucha, Blanca Cacereña, Berrenda en Negro e en Colorado e os cruzamentos entre elas.
A Blanca Cacereña esteve a ponto de desaparecer em meados dos anos setenta do séc. XX. Esta e os seus cruzamentos com o tronco-ibérico de Capa negra deram lugar à variante racial Barroso Extremeño.
O cuidado do animal é intensivo desde o seu nascimento. Os vitelos são amamentados até aos cinco meses e o resto da vida são alimentados no montado. Apenas recebem suplementos alimentares quando as pastagens se esgotam e a alimentação, à base de palhas, fenos, cereais, leguminosas e concentrados fibrosos, é rigorosamente controlada pelo Conselho Regulador da IGP.
Outra particularidade dos animais da IGP Dehesa de Extremadura é que convivem com a criação de ovelhas merinas e porco ibérico, assim como com a fauna silvestre. Uma vez mais, o sistema de exploração do montado é o melhor aliado da relação homem-ecossistema, num momento em que a sustentabilidade, respeito e conservação do ambiente é tão necessariamente reconhecido.
A IGP certifica três tipos de animais para abate, em função da idade:
vitelo, idade entre os 7 e os 12 meses, caracterizada pela sua carne rosa brilhante com gordura branca. A sua alimentação provém fundamentalmente do leite materno, sendo admitida a suplementação com recursos alimentícios previamente autorizados.
Anho, entre os 12 e os 16 meses, de carne vermelha-clara a púrpura e gordura branca.
Novilho, entre os 16 e os 36 meses, de carne vermelha-cereja e gordura amarelada.
Tudo isto, juntamente um rigoroso controlo desde a sua origem até à etiquetagem e certificação do produto fazem com a IGP Ternera de Extremadura cumpra a sua máxima «do montado para o prato».
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